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quinta-feira, 18 de agosto de 2011

A Premonição sob a Luz da Ciência


“Quando um fato contraria uma teoriadominante, abandone a teoria e conserve o fato, mesmo que ela seja apoiada pelas maiores mentalidades da época “ Claude Bernarde (1813-1878)
 
Em 1934, o professor Joseph Banks Rhine, publicou o livro “Percepção Extrasensorial”, após ter realizado vários  testes na Universidade de Duke (EUA). Foi Rhine que deu o nome de “Parapsicologia”, à ciência que estuda os fenômenos tais como a Clarividência, Precognição e Percepção Extrasensorial, etc.
Ele foi muito criticado pelos “doutores” da época. É muito comum, ao ser humano quando se depara com um fato ou situação nova, criar uma resistência. Por exemplo, no século XVI, se descobriu que a Terra não era o centro do Universo. Hoje qualquer um sabe que o Sol é o centro do sistema solar.
Daryl Bem psicólogo, foi cuidadoso em suas conclusões, ao falar sobre a Premonição. Ele acredita que todos têm a capacidade de antever o futuro e que para muitos essa faculdade passa despercebida, para outros essa capacidade é recebida com receio.
As percepções extrasensoriais são processos de evolução onde ver algo antes que aconteça ajuda a comprovar que a premonição existe. Foi feito pesquisa com universitários brasileiros, onde o pensamento premonitório está presente no inconsciente mais de que se imagina. Nesta pesquisa, segundo a - Revista Isto é -, de março de 2011, 71,5% dos entrevistados, afirmaram ter tido sonhos premonitórios. Em outra pesquisa realizada no Instituto do Sono, de São Paulo, 30% dos pacientes disseram ter tido sonhos que se tornaram realidade.
Apesar de ser um fato comum na vida de muitas pessoas, ainda assim, é vista como um mistério a capacidade de antever o futuro. Ainda há poucos cientistas que estão abertos ao estudo da premonição, e nem ao menos se dispõem a fazer comentário sobre a sua existência. Ray Hyman, professor de psicologia da Universidade de Oregon, (EUA) disse ao jornal “The New York Times” que o trabalho é uma loucura pura. “ É um embaraço para a categoria”.
Há muitos estudiosos sobre este tema, e para confirmar, dezenas de relatos são publicados diariamente, por pessoas comuns que trabalham, estudam têm filhos, professam diferentes religiões. Essas pessoas antevêem em sonhos ou não, algo que em horas, dias, meses depois se materializam deixando-as assustadas.
Não confundir com mediunidade as experiências extrasensoriais. “A Parapsicologia não lida com questões transcendentais, como a comunicação entre vivos e mortos, mas sim com a aptidão humana de manifestar poderes incomuns nas relações consigo mesmo, com os outros e com o mundo material”, segundo Valter da Rosa Borges, de Pernambuco.
“Não existe até hoje um estudo que comprove como tudo isso acontece biologicamente. É metafísico e não sabemos como se dá. Mas é inegável que é importante como um processo de autoconhecimento”, segundo o neurologista Luciano Ribeiro, do Instituto do Sono,de São Paulo.
Fonte: Revista Isto É – março de 2011.

terça-feira, 3 de maio de 2011

AS MARAVILHAS DE INCONSCIENTE

A Parapsicologia tem como objetivo o estudo dos processos inconscientes paranormais, esses processos acontecem tanto em manifestações espontâneas, em perturbações ditas patológicas, nos sonhos, nos estágios sonambúlicos, nos estados de transe, etc., quanto em experiências com hipnose, anestésicos, alucinógenos, etc, são situações mais propícias para que o fenômeno paranormal se manifeste.
1)     O poderoso inconsciente: A Hipnose, Psicanálise,  Metapsíquica, Parapsicologia,  principalmente as duas últimas, hoje, admitem que a mente intuitiva inconsciente é superior que a mente racional e consciente. Como afirmativa relatam inúmeros casos em que grandes nomes da literatura, cientistas e inventores devem suas criatividades à suas mentes inconscientes. Entre eles temos Lafontaine, Condillac, Voltaire, etc.
Casos como a INSULINA e a BENZINA, foram descobertas, em um estado sonambúlico e em sonhos, respectivamente. Afirma-se que são processos “intuitivos”, que acontecem na “consciência” do fundo do inconsciente.

2)     As razões desse poder:
a)      Vontade: ela está sempre presente, em sonho lúcidos ou  mesmo em vigília.
b)      Neurologistas dizem que o cérebro conta com mais de 12 a 15 bilhões de neurônios, mas que somente são usados 3 ou 4 bilhões pelas pessoas mais intelectualizadas, (Einstein, por exemplo). E o resto? 
c)      A mente inconsciente possui  uma infinidade de recursos as quais são usadas como materiais de raciocínio, o que a mente consciente não tem.
d)      O curioso é que a mente inconsciente é mais rápida que a mente consciente como nos casos de coma, transe ou de agonia, etc, onde o cérebro fica impossibilitado de funcionar e então, possibilita processos mentais extraordinários.
e)      A mente inconsciente: Tem a propriedade de utilizar ainda, da radiestésicos, hiperestésicos e extra-sensorial, que a mente consciente não pode utilizar.
Com este poder maravilhoso da mente inconsciente, pode-se explicar o caso de “crianças prodígio”. Assim sendo, grupos de neurônios, que em geral não são utilizados em estados excepcionais ou paranormais, e que ficaram dinamizados sejam portadores de casos extraordinariamente maravilhosos.
3)     O mecanismo dos sonhos: Os sonhos como estados psíquicos, trazem fenômenos extraordinários que a mente inconsciente dispõe. Cientificamente, os sonhos possuem três tipos:
a)      Os sonhos fisiológicos, excitações fisiológicas como sonhos sexuais, pesadelos por má digestão, etc.
b)      Os sonhos patológicos de análise psicanalítica, tem estímulo psíquico-emocional carregados de lembranças na mente inconsciente de traumas,  ou conflitos emocionais.
c)      Os sonhos parapsicológicos, são estímulos da mente inconsciente de um paranormal para a mente consciente, que por sua vez tem como receptor  extra-sensorial  por telepatia ou clarividência do presente, passado ou futuro.  
Em todos os sonhos acima mencionados o processo é o mesmo, ou seja, característica da linguagem simbólica do inconsciente, a saber: o simbolismo, a associação, a concentração e o deslocamento, todos já mencionados por Freud e os psicanalistas, que, nos casos patológicos são mais intensos quanto mais recalcados, mais antiga e mais infantil seja a  realidade subjetiva da mensagem que está sendo transmitida.
Concluindo: a imagem de uma realidade objetiva, num sonho parapsicológico, será mais nítida, mais idêntica, enquanto a imagem de uma realidade subjetiva num sonho patológico será muito mais desfigurada.  Quando sonhamos, a mente inconsciente, tem o poder, através da fantasia imaginativa, criar imagens, onde reproduz sensações e imagens já concebidas, cria imagens simbólicas afim de trazer a linguagem simbólica inconsciente, para a mente consciente. Estas imagens podem chegar ao nível de alucinações, delírios, “visões” e aparições.
 Myria P Basso - Parapsicóloga
Entre em Contato e marque sua consulta (41) 3014-3521.

Fonte:  HISTÓRIA DA PARAPSICOLOGIA E SEUS MÉTODOS – Nelson Valente